09:53 -
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Texto por: Rodrigo Aparício, 8º6
Um sismo é uma catástrofe natural em consequência de uma quebra mais ou menos violenta no interior da crosta terrestre, que consiste na vibração das placas tectónicas. Este fenómeno provoca vibrações que se transmitem a uma área envolvente. Usualmente os sismos devem-se a deslocamentos ao longo de falhas geológicas existentes entre as placas tectónicas que constituem a superfície terrestre. Estas movimentam-se entre si.
Uma boa parte do território português apresenta características de grande risco sísmico, devido à proximidade da zona de contacto entre as placas tectónicas Euro-asiática e Africana. Para além do mais conhecido e devastador sismo de 1755 (manhã de 1 Novembro), há registos de dezenas de outros, de magnitude considerável (superior a 5.6 na escala de Richter). Um sismo pode-se prever em sismógrafos, comportamento anormal dos animais. É possível minimizar os estragos provocados pelo sismo construindo edifícios mais firmes e planos de emergência.
Os sismos podem ser classificados de três formas: superficiais, intermédios e profundos.
Superficiais – ocorrem entre a superfície e os 70 km de profundidade (85%)
Intermédios – ocorrem entre os 70 e os 350 km de profundidade (12%)
Profundos – ocorrem entre os 350 e os 670 km de profundidade (3% dos sismos)
Em profundidades superiores a 700 km são muito raros.
08:47 -
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Texto por: Márcio Lima, 8º6
As energias renováveis são fontes inesgotáveis de energia obtidas da Natureza que nos rodeia, como o Sol ou o Vento. Estas energias podem ser:
• Energia Solar A energia do Sol pode ser convertida em electricidade ou em calor, como por exemplo os painéis solares fotovoltaicos ou térmicos para aquecimento do ambiente ou de água;
• Energia Eólica A energia dos ventos que pode ser convertida em electricidade através de turbinas eólicas ou aerogeradores;
• Energia Hídrica A energia da água dos rios, das marés e das ondas que podem ser convertidas em energia eléctrica, como por exemplo as barragens;
• Energia Geotérmica A energia da terra pode ser convertida em calor para aquecimento do ambiente ou da água;
O consumo de energias renováveis subiu cerca de 10,8% entre 2009 e 2010, um aumento considerado excepcional por parte da empresa de electricidade açoriana, uma vez que 28% da produção eléctrica regional coube à Energias Renováveis, em 2010.
A Geotérmica aumentou 7,3% e a Eólica 8,4%. Mas foi a energia Hídrica que teve maior destaque no ano de 2010.
05:21 -
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Texto por: Andreia Martins, 8º6
As energias renováveis ou alternativas são:
Os recursos naturais são tudo aquilo que o Homem retira da natureza para seu proveito. O homem recorre a estes recursos para satisfazer as suas necessidades. Dentro dos recursos naturais existe os recursos renováveis e não renováveis.
As energias renováveis são fontes inesgotáveis vindas da Natureza tais como o sol, o vento, a água entre outros. Estas energias não são poluentes.
As energias não-renováveis são aquelas que não se renovam ou demoram muito tempo para se produzir, como por exemplo: o petróleo, o ferro e o ouro.
As energias renováveis ou alternativas são:
•energia eólica: é utilizada desde a Antiguidade na navegação, no funcionamento dos moinhos para a produção de energia eléctrica.
•energia solar: é proveniente do sol que depois de captada pode ser transformada em térmica ou eléctrica. A térmica é usada para o aquecimento da água e do ar e a eléctrica consiste na conversão directa da luz solar em electricidade.
•energia hídrica: é obtida pela força da água nas barragens
•energia das marés: é obtida através da subida e descida do nível da água do mar. Pode ser utilizada para a produção de energia eléctrica.
•energia das ondas: é obtida através do movimento ondulatório da água por acção do vento. Pode ser utilizada para a produção de energia eléctrica.
•energia da biomassa: é a energia obtida pela transformação de produtos de origem animal e vegetal. Pode produzir-se biogás e biodiesel.
•energia geotérmica: é a energia obtida pelo interior da terra. Pode ser aproveitado para o aquecimento de casas, água e de estufas e pode ainda ser transformado em energia eléctrica.
05:00 -
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Texto por: Milanka Menezes, 8º6
Durante vários anos, verificou-se na maior parte dos países desenvolvidos uma acumulação irresponsável dos seus resíduos (urbanos, hospitalares, industriais e outros) sem tratamento. Isto provoca a médio e longo prazo a contaminação dos solos, águas e ar, prejudicando a saúde pública.
Desta forma, é urgente a introdução de um sistema de separação de lixos perigosos/não perigosos e tratamento dos mesmos. Após várias pesquisas realizadas, surgiu uma nova forma de tratamento do lixo: a Co-Incineração.
A Co-Incineração consiste essencialmente no aproveitamento dos fornos das cimenteiras e das suas altas temperaturas (entre 1450 e 2000 graus), para a queima dos resíduos perigosos (tais como solventes de limpeza, solventes de indústria química, tintas, etc.), com a produção simultânea de cimento. Esta queima provoca grande libertação de calor.
Primeiro os resíduos industriais perigosos são enviados para uma estação de pré-tratamento. Os lixos com pouco poder calorífico são triturados e separados dos materiais ferrosos; os resíduos líquidos são misturados com serradura centrifugados (para tirar a água); os outros são armazenados em lotes
Seguidamente os resíduos são levados para as cimenteiras. Em caso de acidente de transporte o ambiente sofre menos porque já estão tratados. Nas cimenteiras são usados nos fornos como combustíveis ou utilizados como matéria-prima substituta na produção de cimento.
Para evitar fuga de gases devem ser são instalados filtros de mangas nos fornos das cimenteiras.
Antigamente a queima dos resíduos perigosos danificava demasiado o ambiente e a saúde pública porque os gases libertados da queima podiam provocar cancro. Esta incineração tem um controle rigoroso, evitando que a queima não liberte gases poluentes, a haja temperaturas mais altas nos fornos, não haja resíduos sólidos ou lamas poluidores e a nível de custos Co-Incineração actual é menos dispendiosa que a construção de um incinerador antigo
O governo deve informar a população sensibilizando as pessoas para o risco de acidentes de uma má queima e sobre a forma eliminar o lixo e os perigos que uma má queima pode prejudicar o ambiente e a saúde.
O processo de Co-Incineração é mais positivo para o Ambiente, eliminando de forma correcta os resíduos perigosos poupando os recursos naturais não renováveis.
04:47 -
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Texto por: Tiago Mendes, 8º6
O mocho-galego é uma espécie de ave, pertencente à família Strigidae.
De pequena dimensão, com cabeça grande e achatada, olhos amarelos, patas compridas e cauda curta. Exibe uma coloração castanha com pintas brancas nas partes superiores, as partes inferiores são brancas densamente listradas de castanho. As suas sobrancelhas oblíquas conferem-lhe uma expressão severa. Símbolo da sabedoria, na mitologia grega, aparecia associado à deusa Atena.
É um animal de hábitos nocturnos, embora, quando as condições o permitam, seja comum observá-lo durante o dia ou a anoitecer, sendo uma das espécies de Strigiformes mais avistadas durante o dia. Como é parcialmente diurno, tem o hábito de pousar totalmente exposto. Quando alarmado assume uma postura agachada, balanceando-se quando está excitado.
Encontra-se entre as espécies menores desta ordem de aves, atingindo em média 23 a 27,5 cm de comprimento, não havendo divergência entre sexos.
É um animal carnívoro (assim como todos os restantes mochos e corujas): alimenta-se dos mais variados tipos de presa, desde invertebrados terrestres, anfíbios, répteis, outras aves, lagartos, cobras, e até mesmo animais atropelados em vias rodoviárias, de entre outros.
A dieta das crias é essencialmente de vermes e minhocas. Começam a voar por volta das 5 semanas.
É uma espécie sedentária, com preferência para zonas de planície e vegetação baixa, embora seja uma espécie que se pode observar nos mais diversos tipos de habitat, incluindo zonas urbanas.
Habitualmente constrói o ninho em tocas nas árvores ou rochedos. As fêmeas depositam 3 a 5 ovos, cujas crias nascem após 28 dias de incubação.
10:28 -
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Texto por: Rossana Chotumiã, 8º1
É uma ave da família dos corvídeos, o gaio-azul cientificamente chamado por Garrulus glandarises é uma ave que habita florestas de folhas caducas e me bosques mistos onde se implanta num pequeno grupo alimenta-se de frutos secos, sementes, nozes, rãs, sapos, insectos e pequenos mamíferos, é um animal que no Outono recolhe bolotas e que as enterra ou esconde num carvalho, para que no Inverno, mas mesmo após vários meses as encontra facilmente. Mas, na alimentação do há um facto que lhe dá má fama, o gaio-azul, porque invade o ninho de outras aves e come seus ovos e filhotes. Possui uma plumagem azul e branca, bico curto e uma pequena polpa riscada tem cerca de 35 cm na época de acasalamento constrói o ninho com galhos, ervas e penugens para dar conforto aos seus ovos (são postos 3 a 5 ovos).
O gaio-azul é uma ave com uma capacidade vocal curiosa tanto pode parecer uma ave briguenta e barulhenta, por conseguir ter um piar áspero, tal como consegue ser uma ave amistosa com um som muito parecido com o som de uma flauta.
O gaio-azul vem prontamente ao local onde lhe é oferecida comida. É provavelmente uma das aves menos tímidas, que forma bandos barulhentos durante certas épocas do ano. Sua ocorrência é ampla na América do Norte. Encontra-se espalhando desde a península do Labrador até o sul e oeste dos Estados Unidos.
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